A esse ponto chegou:
A pior delas
Maltratou
A melhor delas
Esnobou
A esse ponto chegou:
Achou que estava certo
Errou
Jurou amor infiel
Dançou
A esse ponto chegou:
Não sentiu a diferença
Orgulho dominou
Feriu com palavras
Se apunhalou
A esse ponto chegou
Nesse ponto permaneceu
Aprendeu a pensar; de nada valeu
Não abriu a mente
Não espaireceu
Hoje não se importa
Se perdeu
Se errou
Se fez a diferença
E perdoôu
A esse ponto chegou:
Deixou de ser humano
E reafirmou:
Pra si mesmo
O que gostaria que fosse verdade.
E continuou,
ferindo, matando
O que mata por dentro....
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Mais vale uma filha na mão
Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Cravei o pé no chão
E vou levando...
Cancei de afirmar pra mim
As mentiras que vêm de você
Pra mim todo fim
É o gosto de ser feliz
Não quero mais afirmar
Que o mal fui eu quem fiz
Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Amanheci cumim
E pretendo continuar assim
Acordei ruim
E tudo tornou-se o fim.
Do que dois pais voando
Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Cravei o pé no chão
E vou levando...
Cancei de afirmar pra mim
As mentiras que vêm de você
Pra mim todo fim
É o gosto de ser feliz
Não quero mais afirmar
Que o mal fui eu quem fiz
Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Mais vale uma filha na mão
Do que dois pais voando
Amanheci cumim
E pretendo continuar assim
Acordei ruim
E tudo tornou-se o fim.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Ainda a pouco
O sorriso passado a limo
Verde musgo
Reluzia mesmo as lágrimas
Claras e cristalizadas
Valiam mais
Sem admiração
Como boca calada
Diante da má impressão
Não coube mais
O perdão
A estória toda
Sempre andou pra trás
Basta! Suave como as manhãs dos pássaros
Tudo quieto
Tudo em paz
Aqui dentro agora reina
O mais singelo relento
Só verdades
Sempre! Só viver
Reencontrar
Reconhecer.
Verde musgo
Reluzia mesmo as lágrimas
Claras e cristalizadas
Valiam mais
Sem admiração
Como boca calada
Diante da má impressão
Não coube mais
O perdão
A estória toda
Sempre andou pra trás
Basta! Suave como as manhãs dos pássaros
Tudo quieto
Tudo em paz
Aqui dentro agora reina
O mais singelo relento
Só verdades
Sempre! Só viver
Reencontrar
Reconhecer.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Essa dor
qual é a cor da dor?
se o preto é escuridão
se o branco é solidão
e no azul tá tudo nu...
qual é a cor da dor?
se o vermelho tá pro amor
se o amarelo é só palidez
o verde é extenso demais pra 3.
qual é a cor da dor?
seria o lilás?
Não, não
Lilás
Muita claridade faz.
seria o cinza a cor da paz?
porque rosa é cor demais?
será que a dor esquecida
é mesmo a melhor pedida?
será que a dor curada
sára mais que alma lavada?
qual a solução pra dor?
qual seria sua cor?
será que a dor tem cheiro?
faz fumaça ou tem recheio?
se o preto é escuridão
se o branco é solidão
e no azul tá tudo nu...
qual é a cor da dor?
se o vermelho tá pro amor
se o amarelo é só palidez
o verde é extenso demais pra 3.
qual é a cor da dor?
seria o lilás?
Não, não
Lilás
Muita claridade faz.
seria o cinza a cor da paz?
porque rosa é cor demais?
será que a dor esquecida
é mesmo a melhor pedida?
será que a dor curada
sára mais que alma lavada?
qual a solução pra dor?
qual seria sua cor?
será que a dor tem cheiro?
faz fumaça ou tem recheio?
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Deprimi
As valvulas acabaram
Sinto o escrever sem sentido
Sem motivo nem utensilio.
Depressão
Fragelo da alma
Sem razão.
Meu tempo abraça a morte
Não!
Sorria depressão.
"Aqui é mar;
Menino qué
Tem que navegá
Num tê medo de afundá
Soltá a rede
Pra pode volta".
Menino olha o mar
Atropela as águas
Saltitante de alegria.
Depressão
Transborda, contagia
Qué mesmo saltá?
Num sabe se admira
mais céu do que mar?
Marinheiro...
Marinheiro diz:
"De céu o mar tá cheio
Menino,
Deixe a depressão de lado
Essa onda te acerta.
De onde veio essa
Outra pode chegá".
De depressão o mar tá cheio
Num precisa carregá
O fardo pesado, nem Deus pode tirar.
Sinto o escrever sem sentido
Sem motivo nem utensilio.
Depressão
Fragelo da alma
Sem razão.
Meu tempo abraça a morte
Não!
Sorria depressão.
"Aqui é mar;
Menino qué
Tem que navegá
Num tê medo de afundá
Soltá a rede
Pra pode volta".
Menino olha o mar
Atropela as águas
Saltitante de alegria.
Depressão
Transborda, contagia
Qué mesmo saltá?
Num sabe se admira
mais céu do que mar?
Marinheiro...
Marinheiro diz:
"De céu o mar tá cheio
Menino,
Deixe a depressão de lado
Essa onda te acerta.
De onde veio essa
Outra pode chegá".
De depressão o mar tá cheio
Num precisa carregá
O fardo pesado, nem Deus pode tirar.
A doce vida
O menino qué vê mar
Corre na direção sul
Na mão papel e caneta
Menino nunca viu tanta beleza
Marinheiro que navega ano inteiro
Saudade da família tem
Não há sentir
Só o asco
Vai passar.
Amanhã tudo volta
A ser como ontem...
Onde estavamos?
Me encontrei caída no chão
Corpo ainda quente, bonito
Maduro pra uma mãe jovem
Espírito envelhecido
Rosto pesado, olhos inchados
Rugados
Aparentemente não tomou a melhor decisão
Encontro o alívio.
A água corre o corpo
Os olhos escorrem o espelho
Com a mesma intenção
Vida sem razão.
Sem novas
Nem velhas
Agora com o pé no chão
Perde o sentido
E o menino boia o mar
Sente falta da sua família
Mas não há sentimento
Só o asco.
Menino vai
Direção Sul
Soa frio e sal
Abraça o mar.
Corre na direção sul
Na mão papel e caneta
Menino nunca viu tanta beleza
Marinheiro que navega ano inteiro
Saudade da família tem
Não há sentir
Só o asco
Vai passar.
Amanhã tudo volta
A ser como ontem...
Onde estavamos?
Me encontrei caída no chão
Corpo ainda quente, bonito
Maduro pra uma mãe jovem
Espírito envelhecido
Rosto pesado, olhos inchados
Rugados
Aparentemente não tomou a melhor decisão
Encontro o alívio.
A água corre o corpo
Os olhos escorrem o espelho
Com a mesma intenção
Vida sem razão.
Sem novas
Nem velhas
Agora com o pé no chão
Perde o sentido
E o menino boia o mar
Sente falta da sua família
Mas não há sentimento
Só o asco.
Menino vai
Direção Sul
Soa frio e sal
Abraça o mar.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Alerta Vermelho
Banaliza mundo; amendrontado e mudo
Infantilizou de fato
Resolveu contra dizer os atos
Destruiu a unica forma de contato
A força é unilateral
Aos olhos de quem pensa
Quem tem alguma experiência
O mundo é território
Mundo que convém
Imaginar a passagem
Viver a realidade
Crescer com dignidade; esperar a verdade
Perder menos segundos
Muito menos minutos
Fantasiando um mundo surreal;
O tempo é bilateral
É necessário sempre progredir
Amar e não desistir
Necessário parar
Respirar e refletir.
Infantilizou de fato
Resolveu contra dizer os atos
Destruiu a unica forma de contato
A força é unilateral
Aos olhos de quem pensa
Quem tem alguma experiência
O mundo é território
Mundo que convém
Imaginar a passagem
Viver a realidade
Crescer com dignidade; esperar a verdade
Perder menos segundos
Muito menos minutos
Fantasiando um mundo surreal;
O tempo é bilateral
É necessário sempre progredir
Amar e não desistir
Necessário parar
Respirar e refletir.
Assinar:
Postagens (Atom)